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quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Geografia - O fim do planeta

O Apocalipse...

Planeta 'engolido' por estrela alimenta hipóteses sobre possível fim da Terra

Da BBC Brasil

Astrônomos encontraram evidências de um planeta que teria sido "devorado" por sua estrela, dando fôlego a hipóteses sobre qual poderia ser o destino da Terra dentro de bilhões de anos.

A equipe descobriu indícios de um planeta que teria sido "engolido" ao fazer uma análise sobre a composição química da estrela hospedeira.



Eles também acreditam que um planeta sobrevivente que ainda gira em torno dessa estrela poderia ter sido lançado a uma órbita incomum pela destruição do planeta vizinho.

Os detalhes do estudo estão na publicação científicaAstrophysical Journal Letters.

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terça-feira, 21 de agosto de 2012

Geografia - Dados do relatório da ONU sobre as cidades latino-americanas


Alguns dados em destaque no relatório da ONU sobre as cidades latino-americanas

Do site da ONU Brasil

População e urbanização

  • A América Latina e o Caribe é a região mais urbanizada do mundo, mas também uma das menos povoadas em relação ao seu território. Quase 80% de sua população vive em cidades, uma proporção superior à do grupo de países mais desenvolvidos. O crescimento demográfico e a urbanização, processos que no passado foram muito acelerados, perderam força. Atualmente, a evolução demográfica das cidades tendem a se limitar ao crescimento natural.
  • O número de cidades aumentou seis vezes em cinquenta anos. Metade da população urbana reside atualmente em cidades com menos de 500 mil habitantes e 14% nas megacidades – mais de 222 milhões no primeiro caso e 65 milhões no segundo. O progresso no acesso a água, saneamento e outros serviços têm aumentado a atratividade das cidades intermediárias, apontando para um sistema mais equilibrado de cidades nestes países.
  • O êxodo migratório do campo para a cidade perdeu peso na maioria dos países. As migrações são agora mais complexas e ocorrem principalmente entre cidades, às vezes através de fronteiras internacionais. Também são relevantes os movimentos de população dentro das cidades, entre o centro da cidade e sua periferia, bem como entre centros urbanos secundários.
  • A expansão urbana tem feito com que muitas cidades transbordem os limites administrativos de seus municípios e terminem por absorver fisicamente outros núcleos urbanos, em um processo de conurbação. O resultado foi o surgimento de áreas urbanas de grandes dimensões territoriais, às vezes formalizadas em uma área metropolitana, composta por múltiplos municípios e com uma intensa atividade em todos os âmbitos.
  • A estabilidade demográfica traz oportunidades e desafios. Por um lado, ter uma população ativa proporcionalmente maior do que no passado fornece uma oportunidade para realizar grandes investimentos e para preparar os países para lidar com desafios futuros. A diminuição no ritmo de crescimento urbano também permite evitar os problemas resultantes de um crescimento rápido e concentrar esforços na melhoria do espaço, na infraestrutura e nos serviços existentes.
  • Por outro lado, é preocupante observar que a mancha urbana continua expandindo, apesar da desaceleração demográfica. As cidades crescem cada vez menos compactas e se expandem fisicamente a uma taxa que supera o aumento de sua população, um padrão que não é sustentável.
  • É possível impulsionar um modelo de cidade com níveis mais elevados de qualidade e de sustentabilidade implementando outras políticas de planejamento, concepção e regulamentação. Para isto, seria necessário fortalecer os mecanismos que permitam orientar os mercados imobiliários, potenciá-los e, sobretudo, aproveitar as mais-valias urbanas para reinvestir no desenvolvimento de novas infraestruturas.
  • A região precisa promover uma política territorial e um planejamento urbano que melhorem os atuais padrões de crescimento urbano, evitando uma expansão dispersa da cidade e propicie o adensamento, com melhor utilização do espaço, evitando assim uma maior segmentação física e social.

Desenvolvimento econômico e igualdade

  • As cidades são verdadeiros motores para a economia dos países da América Latina e do Caribe. As 40 principais cidades produzem anualmente um PIB de mais de 842 bilhões de dólares. Estima-se que quase dois terços do produto interno bruto da região venha de áreas urbanas, onde se concentram os serviços e a indústria. Com o aumento das migrações, multiplicou-se o fluxo de remessas, o que pode representar mais de 10% do PIB em vários países.
  • Desde 1970, a renda per capita da América Latina e Caribe quase triplicou, mas com grandes disparidades. Muitas cidades têm uma renda per capita superior à média em seu país. A evolução das taxas de urbanização tem sido constante em todos os países, enquanto a evolução da renda per capita foi mais variável, passando por ciclos e, em alguns casos, por retrocessos.
  • Os países da América Latina e do Caribe fizeram progressos significativos na luta contra a pobreza nos últimos 10 anos. A proporção da população urbana pobre tem se reduzido, mas, em números absolutos, os números ainda são muito elevados. Cerca de 124 milhões de habitantes de cidades vivem na pobreza, ou um em cada quatro pessoas em áreas urbanas.
  • Além da pobreza, a região sofre de um problema de desigualdade grave e persistente. A desigualdade de renda é extremamente elevada. Há um déficit considerável de emprego e uma abundante informalidade trabalhista, que se concentram nos jovens e nas mulheres. A desigualdade nas cidades se manifesta socialmente e espacialmente, apesar das muitas oportunidades para o desenvolvimento econômico e social que oferece a urbanização.
  • Em termos econômicos, o peso relativo das megacidades está diminuindo em benefício de cidades menores, que oferecem condições mais competitivas. Destaca-se o dinamismo das cidades fronteiriças, cidades que se beneficiam de grandes investimentos industriais e cidades localizadas em corredores econômicos ou nos arredores de grandes aglomerações urbanas (conurbações).
  • Para superar progressivamente a fragmentação social e urbana das cidades, é preciso combinar estratégias de crescimento econômico com políticas orientadas a corrigir a desigualdade de renda e de qualidade de vida, assim como medidas de integração territorial e social. Para isso, é fundamental a articulação de políticas econômicas nacionais com estratégias de desenvolvimento urbano definidas nas cidades e regiões.
  • A emergência de novos polos econômicos e a consolidação de novas configurações urbanas, pela interligação entre cidades, ampliam as oportunidades de desenvolvimento econômico, mas também trazem o risco de criar novas e maiores disparidades sociais e territoriais. Para mitigar este risco e manter sua competitividade, as grandes áreas urbanas precisam definir políticas mais inclusivas.
  • O crescimento acelerado de novos polos econômicos justifica uma particular atenção pela importância dos desafios que apresenta. Poucos governos locais estão preparados para aceitar as mudanças desta magnitude. Sem o apoio técnico e político, as cidades estão expostas a repetir cenários de crescimento desordenado e de assentamentos precários, com as conhecidas consequências econômicas, sociais e ambientais.

Habitação, espaços públicos e coexistência

  • A desigualdade e a pobreza se expressam na importância de habitações precárias nas cidades da região. Em geral, reduziu-se a proporção de pessoas vivendo nestes locais, mas a população atual nessas áreas é ainda de 111 milhões de pessoas, um número superior ao verificado há vinte anos.
  • O aluguel e o o mercado fundiário estão pouco desenvolvidos e regulamentados, apesar de seu papel decisivo na problemática habitacional. Em geral, tem aumentado a segurança da posse em bairros informais, embora o processo de integração seja incompleto.
  • A quantidade e a qualidade de habitações disponíveis não é suficiente para garantir condições mínimas para todas as casas. Vários países apoiam financeiramente as famílias que necessitam comprar ou melhorar suas habitações. Os mecanismos adotados demonstraram sua eficácia, mas nem sempre são acessíveis aos mais pobres e representam desafios importantes para a qualidade e a localização das habitações construídas, a oferta de serviços e o modelo de cidade que se gera.
  • Os centros comerciais estão se tornando a principal fonte de espaço de socialização. Os governos dão pouca atenção à criação e manutenção de espaços públicos formais, que são mais escassos e muitas vezes de qualidade inferior nos bairros periféricos ou marginalizados. As cidades da região apresentam altos níveis de violência e insegurança, um problema com importantes consequências sociais e econômicas, que também tem um impacto sobre a organização e disposição das cidades.
  • A região tem uma reconhecida experiência em termos de políticas públicas de habitação e melhoria de bairros. No entanto, o volume do déficit habitacional é tão alta que poucos países podem aspirar à universalização da habitação digna no curto ou médio prazo. Diante de restrições orçamentárias, é fundamental generalizar as políticas de planejamento e gestão do solo que permitam aproveitar o valor que gera o investimento público, assim como dar mais apoio à melhoria das atuais habitações e a incorporação de áreas segregadas.
  • As políticas habitacionais sempre devem incluir uma dimensão urbana, com medidas específicas para acesso a serviços básicos, mobilidade e espaços públicos. Existem na região experiências de revitalização de centros históricos e de melhoria integral de bairros que poderiam ser replicadas.
  • A insegurança nas cidades é um problema de grande alcance que requer uma ação coordenada das diferentes instituições do Estado, incluindo as autoridades locais. Estas também podem contribuir com ações de pequena escala, envolvendo as comunidades, que estimulem a convivência e a coesão social.
  • Os dados e indicadores que permitem avaliar as condições habitacionais são muito parciais. Melhorar os sistemas de medição do déficit quantitativo e qualitativo de moradias e dos espaços públicos permitiria conhecer melhor a problemática, focar as políticas e fazer os ajustes orçamentários que são necessários.

Serviços básicos urbanos

  • A região da América Latina e Caribe já atingiu os Objetivos do Milênio no que diz respeito ao abastecimento de água. Atualmente, 92% da população urbana dispõe de água encanada e o número sobe para 98% se consideram-se outras fontes de água. No entanto, existem lacunas significativas na qualidade do serviço. Estima-se que 40% da água tratada é perdida devido ao mau funcionamento da infraestrutura, vazamentos e usos inadequados, enquanto as políticas tarifárias nem sempre cobrem os custos de operação e raramente beneficiam os mais pobres.
  • Os progressos nos serviços de saneamento têm sido menores. Nas cidades, 74 milhões de pessoas (16%) ainda carecem de saneamento adequado. Em geral, a situação é um pouco melhor nas grandes cidades do que nas pequenas, mas em todos menos de 20% das águas residuais é tratada antes de seu descarte, com o consequente perigo sanitário e ambiental.
  • Cada habitante urbano da região gera quase um quilo de resíduos sólidos diariamente, uma quantidade que tem aumentado. Embora as cidades tenham melhorado os serviços de coleta e eliminação de lixo, estender o serviço a bairros precários segue sendo um desafio. Fora do setor informal, as atividades de reciclagem, reutilização e aproveitamento são incipientes e estão longe de utilizar todo o potencial que oferecem.
  • As cidades da região se destacam pela importante participação do transporte público (43%), da caminhada e do ciclismo (28%) nos deslocamentos e no desenvolvimento de sistemas de transporte coletivo integrados (BRT). No entanto, devido à recente proliferação de veículos individuais – o número mais que dobrou em 10 anos – e a expansão da mancha urbana, muitas cidades sofrem com altos níveis de congestionamento, e até mesmo paralisia, com significativos custos econômicos, sociais e ambientais.
  • A gestão dos serviços básicos urbanos tornou-se mais complexa com as tendência à expansão urbana e à conurbação. São necessárias abordagens integrais que vão além dos limites administrativas tradicionais, que promovam a cidade compacta e tenham uma melhor articulação com o planeamento urbano e a gestão do solo.
  • Garantir o direito a água e a saneamento não se limita a fornecer infraestrutura. Os países fizeram progressos na descentralização, regulação e controle de ambos os serviços, mas persistem desafios importantes em termos de eficiência, disponibilidade, qualidade, acessibilidade e continuidade. Superá-los exige a revisão e aperfeiçoamento dos modelos de governança, gestão e financiamento.
  • A utilização do automóvel particular determina o padrão de crescimento urbano na região, apesar de sua natureza insustentável. Há a alternativa de consolidar o atual predomínio dos deslocamentos ativos e do transporte coletivo, abordando as políticas de incentivos e desincentivos de modo mais integral, em uma perspectiva sócio espacial e fomentando, quando necessário, soluções conjuntas para vários municípios.
  • A definição de políticas para a gestão de serviços básicos urbanos requer um monitoramento técnico relativamente avançado. Na região, não há um registo exato da qualidade da água, das redes de esgoto, do tratamento de águas residuais e nem de resíduos sólidos. Tampouco se consegue avaliar com precisão a oferta e demanda de mobilidade. Em geral, os dados vêm dos próprios fornecedores, por isso é fundamental definir indicadores precisos, completos e comparáveis que permitam tomar as estratégias adaptadas a cada cenário.

Meio ambiente e gestão do risco

  • Na América Latina há uma baixa ocupação de grandes territórios e uma alta concentração populacional nas cidades. Isto coloca desafios para a proteção do entorno imediato das cidades, mas também tem vantagens, visto que a concentração de pessoas permite aplicar soluções técnicas duradouras a um custo mais baixo.
  • O estilo de vida urbano está relacionado ao consumo de bens e serviços produzidos no campo, em outras cidades ou em outros países, o que torna muito difícil medir a contribuição específica das cidades para o fenômeno da mudança climática. As principais emissões de gases de efeito estufa associadas diretamente às áreas urbanas derivam da queima de combustíveis fósseis para o transporte (38%), a produção de eletricidade (21%) e a indústria (17%).
  • Na região, a ocorrência e distribuição geográfica de eventos meteorológicos extremos começaram a mudar como resultado da mudança climática global. Já é possível constatar uma alteração nos padrões de chuva, o desaparecimento progressivo das geleiras e o aumento do nível do mar. As projeções indicam que esses fenômenos aumentarão no futuro, ampliando os riscos de desastres naturais em toda a região.
  • A vulnerabilidade das cidades frente às ameaças do clima, às epidemias e à atividade geológica depende tanto de fatores externos quanto da preparação para enfrentá-los. Em geral, os assetamentos precários são particularmente vulneráveis devido à sua localização, deficiência de infraestrutura e serviços, bem como o perfil socioeconômico e cultural de seus habitantes.
  • O crescimento urbano descontrolado pode degradar os ecossistemas de maneira estrutural. Os estreitos laços existentes entre os aspectos sociais, econômicos e ambientais exigem algo abrangente requerem a adoção de políticas integrais, algo que já teve início em algumas cidades da região. A abordagem territorial e espacial nas intervenções é promissor para o avanço para integrar os pilares do desenvolvimento e promover modelos de crescimento urbano mais sustentáveis.
  • Algumas cidades já contam com planos explícitos contra a mudança climática, inventários de gases de efeito estufa, mapas de risco e vulnerabilidade, além de programas de ação aprovados institucionalmente. Localmente, os departamentos de urbanismo, planejamento físico e transporte desempenham um papel particularmente importante, pois têm uma grande capacidade de influenciar na localização da habitação, a demanda por mobilidade, de consumo de energia e na prevenção de desastres.
  • Para os países menos desenvolvidos, a ocorrência de desastres tem um impacto particular, pois estes são os menos preparados para enfrentá-los e o apoio humanitário absorve grandes quantidades de recursos que poderiam ser dedicados ao desenvolvimento. O Haiti, país que tem muitos dos mais baixos indicadores na região, sofreu particularmente as consequências do terremoto de 2010.
  • Vinte anos após a Cúpula da Terra, no Rio de Janeiro, a consciência da América Latina e do Caribe sobre os problemas do meio urbano é maior do que no passado, mas a adoção de medidas ambiciosas em escala local ainda é incipiente, embora as cidades estejam assumindo um papel mais importante a nível internacional. Fortalecer a coordenação entre entidades de um mesmo governo, entre os níveis de governo e com os setores privados e da sociedade civil é uma condição para alcançar resultados à altura do dinamismo econômico da região.

Governança urbana

  • Na região existem cerca de 16 mil entidades de governo local, que adotaram diversas abordagens de planejamento e gestão urbana. Muitos desses governos ficaram sobrecarregados com a rápida urbanização ocorrida na segunda metade do século XX, uma situação que hoje se reflete nas desigualdades e segregações sociais e espaciais nas cidades.
  • A governança obteve progressos significativos, principalmente em termos de democratização e descentralização. A eleição de prefeitos por sufrágio universal se generalizou e se reforçaram os mecanismos e iniciativas para assegurar a participação cidadã nos assuntos de governo, incluindo a revogação do mandato, o orçamento participativo e os conselhos de bairro. Além disso, se alcançou uma maior responsabilidade na gestão dos recursos, tanto por parte das autoridades locais quanto dos cidadãos que contribuem.
  • A participação das mulheres na política ganhou terreno. No entanto, assim como em outras instâncias, ainda está longe de diminuir a disparidade de gênero. Ao nível dos órgãos legislativos locais, o número de vereadoras aumentou para 22% dos cargos eleitos, enquanto que no Executivo as mulheres representam apenas 10%.
  • Nos últimos anos tem se observado um aumento na atividade normativa para a revisão das leis relacionadas ao ordenamento territorial e à gestão da cidade, algo que parece indicar um interesse político renovado nestas questões.
  • A descentralização de competências nem sempre tem sido acompanhada das necessárias transferências de recursos e capacidades. Somente os municípios mais populosos alcançaram o autofinanciamento, enquanto outros são altamente dependentes dos governos centrais. Os avanços também foram limitados no fortalecimento das capacidades dos governos locais, um assunto pendente na região.
  • A tributação associada à terra e ao imobiliário é pouco desenvolvida. Existem experiências de captação dos ganhos gerados por decisões de planejamento ou investimentos públicos, mecanismos que tem um grande potencial para o financiamento municipal e poderiam ser sistematizados.
  • É preocupante a existência de grupos ilegais que, a partir de meios violentos e coercitivos, controlam territórios e populações, e têm uma crescente influência sobre o funcionamento das instituições. A corrupção tradicional e a captura do Estado por esses grupos constituem uma ameaça à consolidação democrática e exigem uma ação coordenada de todas as esferas de governo.
  • Na região, ainda está aberto o debate sobre as funções devolutivas e redistributivas das transferências financeiras e de capacidades entre as diferentes esferas de governo. Considerando a heterogeneidade existente entre os países e dentro deles, parece muito necessário promover políticas de harmonização e coesão territorial que assegurem o desenvolvimento igualitário de todas as cidades.
  • As novas configurações urbanas, como as áreas metropolitanas e os corredores urbanos, colocam novos desafios de governança e exigem uma adaptação das instituições à realidade dos territórios. As cidades da região também estão reforçando o seu protagonismo internacional, o que, se bem orientado, pode contribuir para a prosperidade de seus países.
Fonte: http://www.onu.org.br/cidades-al-caribe-2012/

Geografia - Link para o relatório sobre as cidades latino-americanas

O relatório completo...

SOLACC 2012 captura

 http://bit.ly/CidadesALCaribe2012 

Geografia - Relatório da ONU sobre as cidades latino americanas

Fresquinho, saindo do forno...

ONU lança relatório sobre cidades latino-americanas


Do site da Onu Brasil

Em estudo inédito, ONU-HABITAT afirma que população urbana da América Latina chegará a 89% em 2050. 


De acordo com o ‘Estado das Cidades da América Latina e Caribe’, relatório inédito produzido pelo Programa das Nações Unidas para os Assentamentos Humanos (ONU-HABITAT), a taxa de urbanização no Brasil e nos países do Cone Sul chegará a 90% até 2020. No México e nos países da região Andino-Equatorial, o número atual não passa de 85%. O Caribe e a América Central têm taxas de urbanização mais baixas, mas o aumento é constante, com perspectiva de chegar a 83% e 75% da população urbana em 2050, respectivamente.

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Geografia-Ecologia - Dinossauros

Esse documentário do Discovery Channel chama-se "Quando os Dinossauros Reinavam na Terra". Mostra o surgimento e toda a evolução desses seres simpáticos, que estiveram no planeta durante quase 200 milhões de anos.

Geografia - Como nasceu nosso planeta

Esse é o episódio piloto da série "Como nasceu nosso planeta" do History Channel. Ele mostra muito bem toda a sequência das Eras Geológicas, e os principais acontecimentos de cada uma delas. É ótimo. E obrigatório...

Geografia - O nascimento do planeta

Esse é um dos documentários da série "Como nasceu nosso planeta", do History Channel. Esse capítulo mostra os primórdios do nascimento do planeta.
Parte 1

Parte 2

Parte 3

Parte 4

Parte 5


segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Política - Proibição das marchas de orgulho gay na Rússia

Equívoco atrás de equívoco dos governantes russos.
Estão preparando a própria cova.

Justiça da Rússia proíbe marchas do orgulho gay pelos próximos 100 anos





O Tribunal Superior de Moscou recusou nesta sexta-feira (17/08) uma apelação e decidiu manter proibidas pelos próximos 100 anos quaisquer celebrações públicas organizadas por defensores dos direitos LGBT. A proibição para esse tipo de evento já existia, mas sua validade se encerrava este ano. Com a decisão, a ordem judicial se estende, a partir de agora, para o ano de 2112.

Nikolai Alexeyev, ativista que encabeçou o recurso à instância jurídica máxima da cidade, anunciou que recorrerá da decisão junto ao Tribunal Europeu de Direitos Humanos. Em entrevista ao El País, ele alegou que “a decisão não é uma surpresa”, já que “os tribunais russos raramente se colocam a favor dos direitos de gays e lésbicas”.

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Ecologia - Distribuição das áreas verdes da cidade de São Paulo

Bem legal...


Mapa mostra desigualdade na distribuição de áreas verdes em SP


Da Folha de S.Paulo



Parques, praças, ruas arborizadas. Áreas verdes são consideradas pelos paulistanos um item essencial para se ter qualidade de vida. Mas, como em tudo na grande metrópole, a distribuição de cobertura vegetal também é desigual. Neste caso, no entanto, os dados desafiam o censo comum.

Alguns dos bairros mais pobres da cidade são exatamente aqueles que possuem maior quantidade de áreas verdes, como ocorre em Paralheiros, na zona sul, cuja a média de cobertura vegetal por habitante é de 2655 metros quadrados. Isso equivale a quase 26 campos de futebol por morador.

Uma reportagem de Tatiane Ribeiro, correspondente do blog Mural na Bela Vista, revela que, no centro de São Paulo, os moradores estão brigando por mais áreas verdes. Na subprefeitura da Sé, a média por habitante é de apenas 6 metros quadrados.

Veja o mapa e o resto da reportagem em:


Imagem de hoje

Política - Ainda sobre o Wikileaks - Carta Capital


Por Vladimir Safatle, da Carta Capital

O governo do Equador deu asilo ao fundador do WikiLeaks, Julian Assange. O Reino Unido, com seu conhecido respeito seletivo pela legislação internacional, desenterrou uma lei bisonha para afirmar que poderia invadir a embaixada do país latino-americano, a fim de capturar seu inimigo público. Até onde consigo lembrar, esta será a primeira vez que uma embaixada é invadida pela polícia do país no qual ela está situada. Nem mesmo em ditaduras algo parecido ocorreu.

domingo, 19 de agosto de 2012

Geografia - Massacre de trabalhadores na África do Sul

Se a moda pegar, os professores das federais que se cuidem...
É um dos momentos mais escabrosos que já vi.
Percebam que a polícia, majoritariamente, é branca, e os trabalhadores, negros.
O apartheid continua...


Geografia - Governo afegão apaga a história nas escolas


Governo do Afeganistão 'reescreve' história do país em livros escolares


Bilal Sarwary

Da BBC no Afeganistão

O governo do Afeganistão está reescrevendo a história, literalmente.

O Ministério de Educação do país aprovou um novo currículo de História para as escolas que apaga quase quatro décadas do passado do país, devastado pela guerra.

O governo diz que livros escolares baseados no novo currículo vão ajudar a unificar um país tradicionalmente polarizado, com divisões étnicas e políticas.

Mas críticos acusam os ministros de tentar apaziguar o Talebã e outros grupos poderosos ao apagar a história que os retrata de maneira não elogiosa.

Esses críticos dizem que o governo está tentando conquistar o Talebã antes que as forças dos EUA e da Otan deixem o país.

O Afeganistão está entrando em um altamente incerto período pós-Otan, durante o qual são esperados acordos complicados com o Talebã e outros grupos.

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Política - Pussy Riot...

Talvez vendo o vídeo, dê para entender um pouco melhor o rolo com as meninas do Pussy Riot.

sábado, 18 de agosto de 2012

Política - O punk do Pussy Riot


Análise: Caso Pussy Riot simboliza 'perigoso rumo' adotado pela Rússia

Da BBC Brasil


Foi um protesto que durou menos de um minuto, um julgamento que durou apenas uma quinzena e uma sentença lida em três horas.

Mas o caso da banda de punk russa Pussy Riot está sendo visto por diplomatas ocidentais e grupos de direitos humanos como o símbolo de muitas coisas equivocadas na Rússia, bem como do perigoso rumo autoritário que o país está tomando desde a volta de Vladimir Putin à Presidência, em maio.

O grupo de três jovens artistas ousou fazer o impensável: em fevereiro, elas fizeram uma performance de protesto contra Putin dentro de um dos locais mais sagrados da principal igreja de Moscou, a Catedral de Cristo Salvador.


As três integrantes da banda foram condenadas, na última sexta-feira, a dois anos de prisão, por vandalismo, em sentença que despertou fortes críticas internacionais por sua dureza.

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http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2012/08/120818_pussyriot_putin_pai.shtml

Geografia e Política - Asilo político

Por que Assange escolheu o Equador para pedir asilo?



A decisão do fundador do WikiLeaks, Julian Assange, de buscar asilo no Equador pode ter surpreendido muitos já que, este ano, o país vem sendo acusado internacionalmente de reprimir a imprensa privada.

Mas o governo equatoriano, que decide nesta quinta se concede o asilo, já vinha ensaiando uma aproximação com o jornalista australiano havia algum tempo.

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Geografia - Wikileaks e Equador

Isso ainda não vai dar certo... ehehehe...
E a Argentina acabou de dar apoio ao Equador...



Equador dá asilo a criador do WikiLeaks e acirra tensão com Grã-Bretanha


Da BBC Brasil

Em entrevista coletiva em Quito, o chanceler equatoriano Ricardo Patiño declarou que o Equador concedeu asilo político a Julian Assange, criador do site WikiLeaks.

O cidadão australiano, atualmente sob proteção da Embaixada do Equador em Londres, solicitou asilo após a Grã-Bretanha aprovar um pedido de extradição da Suécia por acusações de estupro e assédio sexual.

Patiño disse que entre as preocupações equatorianas estão a grande possibilidade de que a Justiça sueca entregue o australiano aos Estados Unidos, onde ele pode vir a enfrentar um julgamento militar, não excluindo as possibilidades de sofrer as penas de prisão perpétua ou de morte.

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Imagem de hoje...

Embaixada do Equador em Londres... Isso vai longe...Grã-Bretanha ameaçou invadir embaixada equatoriana em Londres para prender o fundador do Wikileaks. Local tem sido ponto de protestos. Foto: EFEAgencia EFE

Geografia - Aluguel de favelas na Rio 2016

Río de Janeiro, ciudad olímpica también en las favelas

El Mundo - 18/08/2012

Brasil está de moda. Y Río de Janeiro más aún. A medida que va creciendo la seguridad en la zona sur y el centro de la ciudad (principales núcleos turísticos), centenares de visitantes asfixiados por el estrés y la crisis de sus ciudades europeas deciden quedarse en la ciudad, a la vista de que el consumo es alegre, hay oportunidades de negocio y también empleo para profesionales formados que ayuden a planear y construir la nueva ciudad olímpica.

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sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Meat the Truth...

Não está no youtube o documentário do Al Gore. Mas esse é bem mais legal. É de uma ativista holandesa chamada Marianne Thieme, sobre o efeito da pecuária no aquecimento global.

Ecologia - Paralisação de Belo Monte

Falta de consultas a indígenas paralisa obras de usinas de Belo Monte e Teles Pires

Nos dois casos, decisões contemplaram pedidos do MPF para suspender projetos realizados sem a oitiva dos povos afetados, prevista na Constituição e na Convenção 169

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília, assegurou em dois processos judiciais distintos o direito dos povos indígenas de serem consultados previamente para empreendimentos que afetem seus territórios. Os dois casos – das hidrelétricas Teles Pires, no rio de mesmo nome e Belo Monte, no Xingu - correspondem a ações judiciais do Ministério Público Federal. Em julgamento ontem, 13 de agosto, os desembargadores da 5ª Turma do Tribunal aceitaram por unanimidade o recurso do MPF e ordenaram a paralisação das obras da usina de Belo Monte. Uma semana antes, a mesma turma havia ordenado a paralisação das obras da hidrelétrica Teles Pires.

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http://noticias.pgr.mpf.gov.br/noticias/noticias-do-site/copy_of_meio-ambiente-e-patrimonio-cultural/belo-monte-e-teles-pires-falta-de-consultas-indigenas-paralisa-obras-de-usinas-na-amazonia

quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Imagem de hoje



http://acertodecontas.blog.br/politica/politica-e-educacao-nas-charges-de-angeli/

Educação - Mais Ideb

http://www.jogodopoder.com/blog/politica-publica/educacao/ideb-2011-minas-avanca-educacao-e-gestao/

Educação - Mais sobre o Ideb

http://www.jogodopoder.com/blog/politica-publica/educacao/ideb-2011-minas-avanca-educacao-e-gestao/

Educação - Escola particularXEscola pública

Eu sou vou dar a manchete e pedir para vocês lerem... Dá um ótimo pano de fundo para futuras conversas sobre a educação nacional...


Aluno do ensino médio na escola pública sabe menos que o do fundamental na particular 

Educação - As metas do IDEB


Com uma meta que nivela todo mundo por baixo, ela realmente será cumprida...

Educação - Resultados do IDEB

É para rir...

O Governo Federal está considerando como ótimos os resultados do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), e pretende que os alunos cheguem à nota 6, em média até 2022...
E a culpa não é da formação deficitária dos professores, ou das péssimas condições dos outros trabalhadores das escolas, ou da infraestrutura decadente das instituições escolares, ou ainda da concentração de poderes e o fascismo ditatorial de alguns coordenadores e diretores...

O governo afirma que a responsabilidade dos resultados ridículos é do excesso de disciplinas... É muita coisa para os alunos aprenderem... 

A minha não manifestação nesse momento já é sinal do meu sarcasmo...

Estou postando algumas coisas sobre o IDEB para rirmos um pouco... 


quarta-feira, 15 de agosto de 2012

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Geografia - Conflito na Síria


Bom relato e explicação do conflito na Síria... não vai ter fim...

Entenda o conflito na Síria

Folha de S. Paulo 18/07/2012

Poucos dias após o confronto armado entre as forças pró-governo e opositores ter chegado à capital do país, Damasco, um atentado suicida atingiu nesta quarta-feira o centro nervoso do regime de Bashar al-Assad, causando a morte de alguns dos principais nomes de sua cúpula de segurança.

Segundo a imprensa estatal síria, morreram no ataque o ministro da Defesa do país, general Dawoud Abdelah Rayiha, seu vice-ministro, general Assef Shawkat (cunhado de Assad), e o general sírio Hassan Turkmani, chefe do grupo governamental encarregado da crise, ex-ministro da Defesa e até então assistente do vice-presidente.

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domingo, 12 de agosto de 2012

Geografia - Entrevista com o saudoso Aziz Ab'Saber

Há vinte anos, às vésperas da Rio-92, o professor, geógrafo, geomorfólogo e militante ecologista Aziz Nacib Ab´Saber era entrevistado pelo programa Roda Viva.


Geografia - O trânsito


Carro toma quase toda a rua sem transportar nem 1/3 dos paulistanos


Folha de S. Paulo - 12/08/2012

Quanto espaço das ruas os 3,8 milhões de carros que circulam pela cidade tomam? Nos horários de pico, 78% das principais vias são dominadas pelos automóveis -dentro deles, são transportados apenas 28% dos paulistanos que optam pela locomoção sobre rodas. Enquanto isso, os ônibus de linha e fretados, com ocupação de 8% do asfalto, levam 68% das pessoas.
"Quem quer que seja o próximo prefeito, terá de olhar para esse dado, fazer uma política inteligente e tentar reduzir a desigualdade no uso das vias", diz Thiago Guimarães, especialista em mobilidade e professor da Universidade Técnica de Hamburgo, na Alemanha.

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sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Geografia - Censo 2010 aponta que 315,2 mil índios vivem nas cidades


Censo sobre população indígena... 


Dados divulgadas nesta sexta-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revelam que 315,2 mil índios vivem na zona urbana. Segundo o Censo 2010, 36,2% dos índios moram nas cidades e 502,8 mil vivem na zona rural, 63,8% do total.
Na área urbana, a proporção de indígenas na faixa etária de 0 a 14 anos (22,1%) é a metade da área rural (45,0%). A proporção se inverte na faixa de 65 anos ou mais (4,3% na rural e 7,7% na urbana).


Imagem de hoje

Nagazaki 09/08/2012

Japan Nagasaki_Bake.jpghttp://www.foxnews.com/world/2012/08/09/nagasaki-marks-anniversary-nagasaki-bomb-attack/

http://www.japantoday.com/category/national/view/nagasaki-marks-a-bomb-anniversary-with-call-for-nuclear-free-japan


quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Imagem de 9 de agosto de 2012

Nagazaki hoje
nagasaki6.JPG
http://www.japanorbit.com

9 de agosto de 2012

67 anos depois...
Isso não pode jamais ser esquecido

Para ativar as legendas do vídeo, precisa clicar o balãozinho de ativar legendas, no lado direito, embaixo da tela.

Imagem de hoje

O velho massacre de baleias-piloto (pseudo-orcas) nas ilhas Faröe. Ocorreu hoje. A pergunta é, como proteger essas baleias e ainda alimentar essa gente...





http://aktuelt.fo/grein/um_150_hval_lagt_beinini

Geografia - Série sobre Pablo Escobar


Esse vídeo é do trailler da série sobre o narcotraficante colombiano Pablo Escobar, que deu origem ao polêmico álbum de figurinhas.
No Youtube, já tem alguns capítulos dessa série.

Geografia - Sobre a Colômbia.

Aproveitando a polêmica sobre o álbum de figurinhas de Pablo Escobar, darei ênfase  sobre a Colômbia hoje.
Essa e uma entrevista muito boa com um líder indígena colombiano sobre a situação dos  nativos no conflito entre as guerrilhas e o governo.


Vamos morrer resistindo, pois estão nos matando, diz líder indígena colombiano

O líder indígena Feliciano Valencia e ochefe do município de Toribío Marcus Yule comentam sobre o conflito colombiano

Opera Mundi entrevistou o líder indígena Feliciano Valencia e Marcus Yule, chefe do município de Toribío, no Cauca, para entender os motivos desse movimento de resistência.
***

Opera Mundi: O que está acontecendo nas comunidades indígenas de Cauca?
Feliciano Valencia: Cansamos de mortes, cansamos dos grupos armados legais ou ilegais interferindo e destruindo o nosso território e massacrando a população civil. Cansamos de tanto desrespeito, que vem aumentando ao longo dos anos, e do extermínio sistemático dos povos indígenas. Por isso decidimos interferir na questão, não podemos ficar de braços cruzados, não podemos continuar reunindo mortos, não podemos continuar atendendo feridos. Nós temos que acabar com essa guerra para que possamos viver em condições mais dignas e para que parem de matar. Por isso dizemos que, se for preciso morrer neste esforço, então vamos morrer, pois de qualquer maneira já estão nos matando.

Ler mais:

Geografia - Album de figurinhas de Pablo Escobar


Essa merece um grande destaque...


Álbum de figurinhas de Pablo Escobar vira sensação entre as crianças colombianas

Coleção é baseada em uma série de TV de sucesso baseada na vida do narcotraficante de Medellín
Nos bairros mais populares de Medellín, segunda maior cidade da Colômbia, um novo passatempo se tornou a sensação entre as crianças desde o último mês de julho: completar o álbum de figurinhasPablo Escobar, el Patrón del Mal. A coleção faz sucesso entre os jovens, que se reúnem para comprar pacotinhos e jogar bafo, embora nenhum deles fosse nascido na época em que o líder mais famoso do narcotráfico colombiano estava no auge e aterrorizava o país.

Uma das principais razões do sucesso desse álbum de 16 páginas que começou a circular há apenas três semanas se deve ao grande sucesso de uma série de TV de mesmo nome, produzida e exibida desde maio pela TV Caracol. A produção, que trata da vida do fundador do Cartel de Medellín, teve início no fim de maio e tornou-se um enorme sucesso de audiência. Seu primeiro capítulo foi o lançamento mais visto na história das produções colombianas. A série, baseada em fatos reais, é na verdade uma ficção inspirada no livro “A parábola de Pablo” (Alonso Salazar, ed. Planeta Pub Corp - importado).

Ler mais: 



Ecologia - Carne de cachorro


segunda-feira, 6 de agosto de 2012

domingo, 5 de agosto de 2012

Imagem(ns) de hoje

Essas são apenas algumas imagens da exposição que aconteceu no Rio de Janeiro durante a Rio+20, chamada "A Terra vista do céu", organizada pelo fotógrafo francês Yann Arthus-Bertrand. As fotos abaixo são de Chernobyl (Ucrânia), Marrocos, Quênia e Bangladesh.
Mais imagens e informações sobre a exposição podem ser encontrados em:

http://terravistadoceu.com/sobre-a-exposicao/

Quem quiser mais informações sobre o trabalho do fotógrafo, acesse aqui:

http://www.yannarthusbertrand.org/







REDE DE PESCA NA REGIÃO DE DHAKA, BANGLADESH

Geografia - Um pouco de...

Esta é uma entrevista excelente de um dos grandes geógrafos brasileiros, Milton Santos.
Poucos conseguem abordar esse famigerado tema com tanta precisão quanto esse saudoso intelectual.
Nas próximas semanas, postarei outras ótimas entrevistas, como a de Toni Negri e Aziz Ab'Saber, entre outros.
Mas uma já é diversão suficiente para o domingo.


sábado, 4 de agosto de 2012

Política - Sobre o mensalão

É um pouco senso comum, mas é necessário eu postar aqui.
Abaixo vão algumas sugestões de links para acompanhar o julgamento do mensalão.
Na verdade é um baita circo... Mas é preciso dar uma olhada no que está sendo publicado e divulgado.

http://www1.folha.uol.com.br/especial/2012/ojulgamentodomensalao/

http://topicos.estadao.com.br/mensalao

http://www.valor.com.br/mensalao

http://tudosobreomensalao.com.br/

http://www.cartacapital.com.br/

Aviso...

Devido ao retorno das atividades semestrais, serão menos posts por dia, justamente para poder haver atualizações diárias...
Valeu.

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Video do Renctas sobre o tráfico de animais no Brasil



Video em três partes. É um pouco antigo, mas vale dar uma olhada...

Imagem de hoje...

tráfico

Fonte: Ibama...

Ecologia - Ainda sobre o tráfico...

Melhor fonte de informações sobre o tráfico de animais no Brasil é o do grupo Renctas. É possível visualizar muita coisa sobre o tema, além do espaço para a denúncia de tráfico.

http://www.renctas.org.br/pt/home/
http://www.pea.org.br/crueldade/trafico/index.htm

Ecologia - Sobre o tráfico de animais

COMÉRCIO DA VIDA SILVESTRE: O ÉTICO E O ILEGAL
Dener Giovanini
Artigo publicado originalmente no Jornal do Brasil / JB Online - em 04/03/2009
Comércio da vida silvestre: o ético e o ilegal



A Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (Renctas) completa, em 2009, 10 anos de atuação no combate a essa atividade criminosa que tantos danos causa a nossa biodiversidade. Nesse período acumulamos experiência e adotamos várias estratégias no sentido de obtermos êxito em nossos objetivos.



As vitórias foram maiores que as derrotas. Conseguimos lançar luz sobre um tema até então pouco falado e conhecido no Brasil. Mobilizamos a opinião pública com o apoio da imprensa e obtivemos grande sucesso diante da necessidade de construirmos uma política pública eficaz para enfrentar esse problema. Foram quase 4 mil agentes públicos treinados em 17 workshops realizados no país, diversas publicações sobre o assunto e incontáveis ações destinadas a contribuir com a formação de uma nova consciência ambiental.



Hoje, percebemos que estamos diante da necessidade de uma nova forma de atuação. Não adianta mais nos repetirmos. O que precisava ser feito, o foi, com ousadia, determinação e seriedade. Hoje o Brasil sabe que o tráfico de animais existe e que o mesmo não é apenas uma maneira alternativa e inocente de um cidadão ganhar um dinheirinho extra. As CPIs das quais tivemos oportunidade de participar e contribuir constataram a abrangência dessa atividade ilícita e, principalmente, o nível altamente profissional das quadrilhas que atuam nesse ramo, muitas vezes associadas ao tráfico de armas e de drogas.

Ler mais...

Ecologia - Encontros de Educação Ambiental

V CPEASul – Colóquio de Pesquisadores em Educação Ambiental da Região Sul

Vale as dicas.
Mais informações, no site:

http://cpeasul.blogspot.com.br/p/1-mostra-internacional-de-humor-sobre.html

quarta-feira, 1 de agosto de 2012